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Famosos » Polêmica

Prestes a fechar contrato, Juliette teria sido orientada a não firmar parceria com grupo acusado de fraude milionária

Pessoas próximas teriam orientado à vencedora do BBB 21 a recuar da decisão de parceria de trabalho com famosa marca do grupo AMC Têxtil

Matheus Baldi Publicado em 23/06/2021, às 11h56 - Atualizado às 12h06

Reprodução TV Globo
Reprodução TV Globo

A operação “Ponto sem nó" realizada ontem, dia 23 de junho, pelo do Ministério Público de Minas Gerais, Receita Estadual e Polícia Civil caiu como uma verdadeira bomba no mundo da moda e das celebridades. A força-tarefa investiga sonegação de impostos da marca de roupas femininas Skazi.

Desde novembro de 2019, a Skazi faz parte do grupo AMC Têxtil, maior gestor de marcas de moda da América do Sul, que detém marcas como Colcci, Forum, Triton e Tufi Duek.

A questão é que o impacto vai muito além da operação da Polícia Civil e do Ministério Público. Na internet, seguidores questionaram o posicionamento de influenciadoras parceiras da marca e  a lisura dos contratos de prestação de serviço.

Inclusive, o Glow News soube com exclusividade que uma das marcas que pertencem ao grupo AMC Têxtil - que não é a Skazi - estaria com negociações avançadas para ter Juliette Freire em seu time de influenciadoras. Alguns looks já estariam até sendo pensados. A paraibana, atualmente, tem uma coleção exclusiva de roupas e acessórios com a C&A.

Muito bem assessorada, desde que a notícia das investigações envolvendo o grupo AMC Têxtil tomou conta dos noticiários e das redes sociais, pessoas próximas à vencedora do BBB 21 teriam orientado Juliette a recuar da decisão de qualquer parceria de trabalho com a marca.

Aclamada na internet e considerada a nova “namoradinha do Brasil”, na leitura de algumas pessoas, não seria interessante a paraibana associar sua imagem a um escândalo milionário que ainda está em fase inicial de investigação.

De acordo com a Polícia Civil, o esquema da Skazi consistia "na venda de mercadorias sem a emissão de nota fiscal ou colocando nos documentos valores abaixo daqueles realmente pagos pelos clientes", além de "separar o grupo econômico propositalmente em pequenas empresas, algumas em nomes de laranjas, com o objetivo de enquadramento no SIMPLES nacional, alcançando benefícios ilegais de pagamentos menores de tributos.

Em nota, a AMC Têxtil reforçou que a transação foi feita "após as datas compreendidas na investigação da Operação Ponto Sem Nó" e que "maiores esclarecimentos serão prestados posteriormente, se necessário".

A Skazi afirmou ter recebido com "com surpresa a força-tarefa nas dependências de sua fábrica, em Belo Horizonte".