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Justiça bloqueia conta bancária de Galvão e de familiares por dívida milionária

As contas bancárias do locutor, sua esposa e filha foram bloqueadas devido à um empréstimo não pago feito por uma empresa de Galvão

Redação Publicado em 20/07/2021, às 15h58

Reprodução
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A 9ª Vara Cível de São Paulo bloqueou as contas bancárias de Galvão Bueno, de sua esposa Desirée Soares Galvão Bueno e da filha do locutor Letícia Galvão Bueno. O narrador estaria em um débito de mais de R$1,3 milhão.

A decisão judicial é referente a um processo que foi aberto pela empresa Lest Credit Fundo de Investimento contra a Virtual Promoções e Participações, uma corporação que pertence à família de Galvão. A Virtual fez um empréstimo de R$1,6 milhão à Lest Credit em 2017. O acordo financeiro deveria ter sido pago em 31 parcelas, mas, segundo a empresa, a instituição do locutor não cumpriu o pagamento.

Em maio deste ano, a empresa de Galvão assumiu a dívida e entrou com um novo acordo para quitar as parcelas atrasadas. O pagamento teve início em junho e Galvão pagou R$600 mil de sua dívida. Faltaram duas parcelas de R$120 mil e, sem o valor combinado, a Lest Credit cobrou judicialmente o valor integral devido (R$1,3 milhão) com juros e correções contratuais. Por isso, a Justiça de São Paulo solicitou o bloqueio das contas bancárias do apresentador e familiares, todos listados como avalistas na negociação.

"Em razão da petição que noticiou o descumprimento do acordo, determinei a expedição de ordem de indisponibilidade de ativos financeiros", afirmou o juiz Rodrigo Galvão Medina, responsável pela decisão do bloqueio bancário. Segundo as informações divulgadas pela jornalista Fábia Oliveira, do jornal "O Dia", a Justiça encontrou R$1.401,17 na conta de Galvão, cerca de R$90 mil na de Desirée e R$4,3 mil nas de Letícia. Além disso, R$26 estava na conta da Virtual Promoções e Participações.

Os advogados do locutor alegam abusividade nos valores cobrados e buscam reverter o bloqueio bancário pois, segundo os profissionais, o valor bloqueado seria de natureza salarial e alimentar, ou seja, o dinheiro seria impenhorável.