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Famosos » AGOSTO LILÁS

Após ser agredida por DJ Ivis, Pamella Holanda revela que tinha tudo e não era feliz

A ex-mulher do produtor musical falou sobre o agosto lilás, mês dedicado à violência contra a mulher

Redação Publicado em 03/08/2021, às 10h12

Pamella Holanda, DJ Ivis - Reprodução/Instagram
Pamella Holanda, DJ Ivis - Reprodução/Instagram

Pamella Holanda voltou a fazer um desabafo sobre violência doméstica. Ela, que foi agredida por DJ Ivis recentemente, fez uma homenagem ao agosto lilás, mês dedicado à violência contra as mulheres.

Ivis está preso em uma cadeia de segurança máxima em Fortaleza desde que as imagens onde ele aparece dando socos e chutes em Pamella viralizaram na web. O produtor musical já teve dois pedidos de habeas corpus negados.

Em seu Instagram oficial, Pamella falou sobre a influência que teve para outras mulheres denunciarem seus agressores e ainda revelou que quando era casada com o DJ, tinha tudo, mas não era feliz.

"Minha alma é LILÁS. No mês dedicado a essa luta contra a violência contra a mulher, me sinto honrada por poder primeiro ser voz e segundo representar a coragem que é ir contra um machismo estrutural no qual crescemos e inconscientemente alimentamos, sejam com falas, comportamentos, ações… que não só nesse mês, mas em todos os outros meses do ano isso seja debatido, esclarecido e dado a devida importância! Na pandemia os casos de violência doméstica aumentaram absurdamente, e não existe coincidência nisso. Que sejamos corajosas e denunciemos, e que os órgãos competentes nos deem todo o suporte pra que a lei seja cumprida. Violência contra mulher é crime! 'Agosto Lilás' é uma campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, instituída por meio da Lei Estadual nº 4.969/2016, com objetivo de intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha, sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre o necessário fim da violência contra a mulher, divulgar os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência e os mecanismos de denúncia existentes”, escreveu.

Abadita, Pamella foi aos stories continuar a linha de raciocínio:

"Eu acredito que se eu puder inspirar com coragem, com vontade, a pensar 'eu não mereço viver isso apesar de eu ter algo'... Eu tinha tudo, mas não era feliz", iniciou.

"Isso é tão banalizado, às vezes, visto até como normal, como natural. Você apanhar do seu parceiro, sofrer violência física, psicológica, patrimonial, sexual é uma coisa absurda, me enoja", afirmou ela que desabafou sobre o que sentia. "Dentro das nossas casas, que é onde a gente deveria se sentir segura, acolhida e amada, é onde a gente não é. Era o meu caso", continuou.

"Não existe um perfil nem de quem é agredida, nem de quem é o agressor. Tenho certeza absoluta que as pessoas que não me conheciam antes de tudo isso acontecer, que estão me vendo agora, jamais imaginariam, olhando para mim agora, 'ah, ela sofre isso dentro de casa'. Jamais. Não está estampado na minha cara", afirmou.